17/08/2016

Diante do Rei

Há um tempo atrás, num dia como qualquer outro, estava eu adentrando uma capela, Jesus estava exposto, e eu, logo que entrei, fiz uma pequena e breve reverência, o sinal da cruz e fui me sentando.Quando então, uma mulher que já estava lá me chamou a atenção, dizendo: “Não vai se ajoelhar? Você está diante do Rei!”.Ela disse mais algumas coisas, mas não me lembro exatamente as palavras, só a pergunta que ela me fez: “Não vai se ajoelhar?”, fiquei envergonhado, sem reação e muito pensativo.

Uma situação aparentemente simples, mas que me incomodou de tal forma que me levou a estar aqui, escrevendo. Meus olhos se reabriram, pois de fato, nós acostumamos talvez com a rotina, com o “corre-corre” da vida, muitos a fazeres, muita coisa pra pensar.E sem perceber, como eu, não olhamos mais pra Jesus como Ele realmente  é: Nosso Rei!

Jesus é sim nosso amigo e companheiro, mas ainda é nosso Deus, está acima de nós e devemos total respeito a Ele. Mas hoje, infelizmente, não vemos mais isso.Partindo desde entrar em uma capela ou Igreja, na presença de Jesus sem cumprimenta-lo, ou até o pior, comungar de qualquer jeito. Não é um pão, é Jesus presente ali, esperando nosso olhar, nossa adoração, para que entreguemos a Ele nossa verdade, nossa vida, nossos sentimentos…É um momento em que o “corre-corre” precisa ser deixado de lado, e a reverência a Sua vontade deve acontecer!, Pois é assim que O Senhor quer e age: quando nos submetemos a Ele, quando reconhecemos o que somos diante dEle, e sabendo de nossa miséria, Ele age em nossas vidas.

Não deixemos que estar com Ele, seja apenas uma rotina, uma obrigação ou um costume…Mas busquemos estar sempre que possível diante dEle! Ele é o Rei, somos servos, Ele é o adorado e nós somos os adoradores! Que assim, com respeito e submissão, apresentemo-nos a Ele, para que ele realize o impossível em nossas vidas!

Coloco abaixo a música “Diante do Rei” da banda Vida Reluz, pois ela vai totalmente de encontro com essa partilha. Não deixe de assistir!

Um grande abraço!

by: Iago Rangel

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